É muito amor

Sofrer calada quando se sente esquecida, porque não é a gente que está sempre ali do lado. [É muito amor]

Ouvir as lamentações de um sofrimento extendido pela própria pessoa, porque ela ainda não tem força suficiente. [É muito amor]

Aguentar cobranças bobas que cansam, porque é maneira de mostrar carinho. [É muito amor]

Suportar milhares de quilômetros de distância e a sensação de afastamento, porque não se pode ter o abraço quando se precisa. [É muito amor]

Mas aí somos a primeira a ouvir aquela notícia importante. E nossas palavras parecem ter algum efeito. E somos o ombro que consegue acalmar o choro. E podemos falar sem medo, como sempre foi.

E todo aquele amor é muito, muito, cada vez mais.

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Sobre Lívia Furtado

Começou a estudar jornalismo e desenvolveu cada vez mais seu amor pelos livros. Começou a fazer reportagens, brincou de editar livros, foi parar na Flip e descobriu que, realmente, é a literatura seu grande amor.

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